“Marielle é um cadáver fabricado”, dispara ator da Globo em entrevista; Saiba mais

O ator da TV Globo, Carlos Vereza, foi entrevistado pelo jornal O Povo com o objetivo de promover sua peça teatral em Fortaleza.

Ao ser indagado sobre temas políticos e sociais, Vereza não deixou de ser direto e objetivo. Vereza comentou que “gritos de “Fora, Temer” são resultados de uma ausência dde discurso que seja uma alternativa política”.

“O Temer tirou o Brasil do abismo, ele está recuperando a economia do País, a inflação está lá embaixo, batendo recordes históricos. Isso é o cara que fez, não é o Vereza que está dizendo, são organismos nacionais e internacionais que comprovam isso. A Petrobrás está se recuperando, de 14 milhões, ele conseguiu recuperar 1 milhão de vagas, isso é o IBGE, a Fundação Getúlio Vargas, o Valor Econômico que diz”, afirmou o ator.

Sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra (MST), Vereza classificou como uam ação terrorista e expressa desconfiança no discurso vinculado à morte da vereadora Marielle Franco.

“Ao invés de ‘Fora, Temer’, diga assim: eu proponho que a reforma agrária seja feita definitivamente, que o Movimento Sem Terra deixe de ser um grupo terrorista e passe a ser um movimento que lute realmente por terra. Eu não sou esquerda nem de direita, mas isso são fatos. Eles não tiveram terra esse tempo todo e não reclamaram com o PT, por quê? Porque é uma organização paramilitar, terrorista, estão aí fechando estrada, queimando pneu, estão lá em Curitiba fazendo necessidade na calçada das casas dos moradores, que não têm nada a ver. São fatos. Estão radicalizando a tal ponto como se quisessem fabricar mais um cadáver, além da Marielle… Marielle é um cadáver fabricado por eles…”.

“A ideologia radical sectária de esquerda. Eu tenho certeza, não tenho a menor dúvida, porque está havendo no Rio de Janeiro uma investigação (sobre a morte de Marielle) que já chegou a um ponto que, se eles mudarem a narrativa, vai ser uma decepção para muita gente. (…) Essa menina ou foi assassinada pela milícia ou foi assassinada por pessoas que aparentemente compactuam com a ideologia dela”, pontuou o ator sobre quem teria fabricado o “cadáver”.

Sobre o cenário político presidencial, Vereza acredita que Bolsonaro é uma consequência do radicalismo que caracteriza o Brasil atual.

“Eu avalio matematicamente. É uma lei física, a cada ação, uma reação. Como a esquerda radicalizou demais, surge uma reação que é o Bolsonaro, que eu não considero nem de extrema direita, considero de direita. Extrema direita mesmo é o que está acontecendo na Alemanha, que voltou a ter um antissemitismo, alegando, com alguma razão, que os imigrantes estão deturpando os valores nacionais e culturais. Bolsonaro é um cara da direita, não tem saída, é dialética, se você radicaliza de um lado, do outro ele vai desaparecer. É na política, na vida”, disse o ator.

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