O mínimo para viver – Vale a a pena?

Original Netflix, estrelado por Lily Colllins, tem como foco principal a abordagem acerca da anorexia

Em O Mínimo para Viver (to the bone) Ellen, uma jovem interpretada por Lily Collins, sofre anorexia à anos e não tem qualquer perspectivas de um futuro feliz e saudável, não tem esperança. No entanto, ela encontra um médico não convencional e se muda para um lar com outros jovens que também sofrem de distúrbios alimentares. Lá, algo muda dentro dela.

O histórico de vida afeta o progresso da personagem

Ellen vem de uma família problemática, tanto por parte materna, com uma mãe que não tem peito para encarar o problema da filha e prefere se afastar, deixando-a sem suporte emocional, como por parte de paterna, com um pai ausente e uma madrasta que embora se esforce muito, a assusta com tentativas exageradas.

A sua história de vida também é repleta de momentos desastrosos. Conforme você assiste, vai entendendo o porque Ellen não consegue superar. No início, ela não vê motivo para mudar de vida, é revoltada e negativa. Dá alguns passos para frente mas o medo a faz retroceder. Tudo isso é compreensível quando se vê o contexto.

A belíssima atuação 

O conjunto do filme é delicado e sensível, seja com os fatores técnicos (fotografia e enquadramentos) ou pela esplêndida atuação de Lily Collins. Aliás, sua atuação é tão boa, que foi tudo que consegui me concentrar durante o filme.

Lily Collins fez o dever de casa e emagreceu muito para atuar em O Mínimo para Viver. Emagreceu tanto que chega a ser assustador a fragilidade que passa. Ela transmite a empatia necessária para que o espectador compreenda seus medos e aflições. A construção de personagens é muito bem trabalhada. Outro personagem que merece nota é Luke, um jovem com anorexia que se esforça para ajudar todos, inclusive Ellen. Você vai se encantar com ele. 

O Mínimo Para Viver : Foto Lily Collins

Os boatos diziam que o filme seria irresponsável e inconsequente, mas estavam completamente errados. Não romantiza de maneira alguma distúrbios alimentares, apenas aborda sobre o tema que uma maneira nem profunda demais, nem rasa demais. É no ponto certo para que qualquer pessoa entenda.

O final foge do normal e vai te surpreender. Indico: Assista e tire um tempo para meditar acerca do problema, o Minuto Livre tem certeza que vai pensar em uma maneira ajudar quem sofre desse mal a se libertar desse ciclo vicioso.

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