Segundo a ciência, fins de semana deveriam durar três dias

Diversas áreas – da medicina à administração – estão tentando provar o que muitas pessoas esperam há tempos. Segundo uma análise de 25 estudos – realizados na Austrália, Estados Unidos e países europeus com mais de 600 mil pessoas – todos que trabalham 55 horas semanais ou mais tinham 33% mais chance de sofrer um derrame cerebral e 13% mais chances de ter doenças cardíacas quando comparadas àquelas que trabalhavam menos de 40 horas por semana.

O periódico “Sleep” também publicou um relatório que mostrava que trabalhar menos de 40 horas semanais ajuda para um sono melhor e mais tranquilo. Segundo o estudo, o relaxamento seria um pré-requisito importante para combater e prevenir a insônia. A explicação para isso é a impossibilidade de relaxar, quesito bastante presente na vida de quem trabalha muito. “O relaxamento já foi reconhecido como um pré-requisito importante na prevenção da insônia”, diz o estudo.

Além disso, pesquisadores da Harvard Business School obrigaram alguns funcionários de uma firma de consultoria em Boston a tirar um dia a mais de folga durante a semana. Após cinco meses nessa rotina, os clientes da empresa começaram a contar sobre a melhora dos serviços prestados por esses funcionários. Quem havia seguido o cronograma normal, de 50 horas por semana, apresentou, inclusive, resultados piores que os demais.

Sendo assim, o fim de semana perfeito para a saúde de todos duraria, pelo menos, três dias, e não dois.

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