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Aliança pelo Brasil; novo partido de Bolsonaro defende porte de armas e ideologia de gênero

Advogada do presidente Jair Bolsonaro, Karina Kufa mostrou na 5ª feira (21.nov.2019) os 4 princípios da Aliança pelo Brasil ao longo do evento de lançamento do atual partido, no hotel Royal Tulip, em Brasília. Os elementos apresentados no programa do partido incluem o repúdio a ideologias como socialismo, comunismo, globalismo; defesa do livre mercado e do armamentismo; e combate à “ideologia de gênero”.

Eis as bases da legenda:
  • 1. Respeito a Deus e à religião;
  • 2. Respeito à memória, à identidade e à cultura do povo brasileiro;
  • 3. Defesa da vida, da legítima defesa, da família e da infância;
  • 4. Garantia da ordem, da representação política e da segurança

A respeito do 1º princípio, Kufa disse que a Aliança pelo Brasil identifica primeiro, “o lugar de Deus na vida”. “O povo é majoritariamente religioso e não pratica a exclusão de Deus em suas vidas. Logo, não deve fazê-lo seus representantes”, declarou.

Sobre o 2º tópico, a advogada disse que “o partido se esforçará para divulgar a verdade sobre os males e os crimes das mais variadas faces do movimento revolucionário, como o socialismo, o comunismo o nazifascismo e o globalismo. Ideologias nefastas que tanto mal causaram e ainda causam ao Brasil”.

A Aliança, declara ela, é um “elo de lealdade e fidelidade por amor”. Disse também que “são aliados os patriotas do passado, do presente e do futuro, unidos por 1 vínculo moral e de lealdade à pátria”.

Com relação à defesa da vida humana, Kufa falou que se trata do “1º dos direitos”. “Sem vida, não há mais o que defender, pois, a morte já terá encerrado a possibilidade.” A maternidade será “1 valor da sociedade”. O Aliança pelo Brasil ainda “se compromete a lutar incansavelmente até que todos os brasileiros possam ter plenamente garantido seu direito inalienável de portar armas”.

Ela declara que o partido “combaterá a pedofilia e o tráfico de criança, lutando por penas e mecanismos punitivos mais severos”. Acrescentou que o Aliança “combaterá a erotização da infância e a ideologia de gênero, lutando para banir completamente essa chaga ideológica de nosso país”.

A advogada também assegurou “métodos pedagógicos fracassados” pelo analfabetismo no Brasil. Disse ainda que a legenda quer garantir a “liberdade curricular e de ensino”.

No 4º e último item, Kufa afirmou que “nenhum país poderá se dizer próspero enquanto bandidos estejam (sic) no poder, munidos de armas ou de canetas”. Ela disse que o Aliança planeja fazer a garantia da ordem “moral e jurídica”, bem como pública e social do Brasil.

A sigla ainda se compromete, segundo a advogada, com o território brasileiro,“especialmente a Amazônia”. De acordo com Kufa, será dada atenção a forças militares e policiais, com as quais “o Brasil possui grande débito“.

“A Aliança pelo Brasil repudia o socialismo e o comunismo em todas as suas vertentes e se empenhará para que sejam reduzidos e, quando possível, eliminados os controles e interferências estatais sobre a economia. O partido promoverá a livre iniciativa.”

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