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Profissão Repórter desta quarta-feira (10/10) fala sobre quem não consegue tratamento com remédios caros

Profissão Repórter desta quarta-feira (10/10) fala sobre quem não consegue tratamento com remédios caros

Exibido pela Globo, o Profissão Repórter desta quarta-feira (10/10/2018), fala sobre quem não consegue tratamento com remédios caros.

No Brasil, existem 13 milhões de pessoas portadoras de doenças raras. A equipe do programa se divide pelo país e mostra os relatos de uma parte dessa população que enfrenta dificuldades para conseguir tratamento adequado, mas, ainda assim, não mede esforços para continuar a viver.

A repórter Eliane Scardovelli vai até Belo Horizonte, Minas Gerais, para conhecer dois pacientes, Greice Cristina Alves, que possui a SHUA – Síndrome Hemolítico-Urêmica Atípica, e Alexsilver Miranda, portador da HPN – Hemoglobinúria Paroxística Noturna.

Apesar de terem doenças diferentes, eles dependem do mesmo remédio para sobreviver, o Soliris, medicamento distribuído pelo SUS que custa R$ 13 mil o frasco. De tempos em tempos, sua distribuição é interrompida, o que já chegou a causar a morte de 18 pessoas que ficaram na espera por ele, e tanto Greice quanto Alexsilver já sofreram com a falta da droga. Durante o tempo em que passa na capital mineira, Eliane investiga os motivos para a suspensão do remédio.

Já a repórter Nathália Tavolieri acompanha, durante sete meses, o tratamento da médica Letícia Franco, de 36 anos, que necessita de seis doses diárias de morfina para aliviar as dores causadas por uma doença rara e sem cura, conhecida como ASIA Síndrome.

Ao longo desse período, Nathália relata os altos e baixos da saúde debilitada de Letícia. “Acompanhei as mudanças de perto, mês a mês, e pude ver a realidade de sua vida, seu casamento, sua rotina de trabalho, quando passou mal e pegou pneumonia, e quando parou de trabalhar. Foi difícil, pois sabia que a doença dela não tem cura. Ela até fez uma vaquinha virtual, mas só conseguiu arrecadar R$ 4 mil, muito distante da meta de R$ 1 milhão”, conta a repórter.

O ‘Profissão Repórter’ também apresenta a história de outro médico portador de uma doença rara. Ex-triatleta,Hemerson Casado também trabalhava como cirurgião vascular em Maceió. Mas hoje, aos 51 anos, não consegue se movimentar e só se comunica com os olhos.

O repórter Guilherme Belarmino acompanha a militância de Hemerson, que, com a ajuda da família e de cuidadores, insiste em viajar e participar de reuniões no Ministério da Saúde para conseguir tratamento, remédios e equipamentos aos portadores de doenças raras.

A atração está prevista para ser exibida em São Paulo, e em todo Brasil, a partir das 23h45 logo após a primeira partida da final da Copa do Brasil.

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