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Quatro funcionários foram demitidos da Google essa semana, entre eles a ativista Rebecca Rivers

O Google tem uma forte comunidade ativista em prol de menos emissão de gases e apoio a projetos militares, entre outros assuntos. Em 2018, os grupos internos ganharam força o bastante para barrar iniciativas como o programa Maven, junto ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos, e o Dragonfly, navegador alinhado com as restrições do governo chinês. Porém, ao que parece, a movimentação intensa desse pessoal tem incomodado mais do que a diretoria pode suportar: quatro pessoas foram demitidas nesta segunda-feira (25), entre elas Rebecca Rivers.

Rebecca é uma engenheira de software que trabalhou nos escritórios do Google em Boulder, Colorado. Ela criou e distribuiu uma petição entre funcionários, pedindo que a empresa ficasse longe de contratos com agências federais que detêm crianças, como a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, na sigla em inglês) e a Imigração e Alfândega (ICE), ambos parte do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

Esses desligamentos ocorrem em um momento de crescente tensão nos corredores do Google. Nas últimas semanas, a empresa já tinha demitido um profissional e colocado outros dois “em licença” por suspeita de “espionagem” sobre dados confidenciais e vazamentos para a imprensa.

Rebecca participou de um protesto com mais de 100 pessoas na sexta (22), quando outros funcionários também exigiram que ela fosse autorizada a voltar ao trabalho. Ela afirmou, via Twitter, que havia sido demitida.
Um porta-voz da Gigante de Mountain View disse ser verdadeiras todas as demissões, mas recusou-se a comentar os casos.

Fonte: Venture Beat  & Canal Tech

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