Sugestões Para a Netflix: Série “Arquivo Morto” (Cold Case)

Estava eu aqui pensando em fazer uma nova coluna para o site, quando lembrei de algo que já estava em mente fazia um tempo, e hoje estreia o “Sugestões para a Netflix”, onde colocarei filmes e séries que mereciam está no catálogo.

A minha primeira escolha foi “Arquivo Morto” (Cold Case), que foi uma produção que vi do começo ao fim, e uma das poucas que tenho vontade de rever, devido a sua narrativa, que além de todo o suspense, se destaca pelo forte apelo emocional, sem esquecer da forte trilha sonora, que varia de acordo com o episódio.

A série

Estreou em 2003 no canal CBS lá nos Estados Unidos, e se destacou como uma das séries mais vistas naquele ano. Por aqui, foi exibida pelo SBT durante a madrugada, e também pelo canal pago FOX Life.

A história tem como a personagem principal a detetive Lilly Rush (Kathryn Morris), que faz parta da equipe de homicídios da polícia da Filadélfia. E a sua missão era cuidar dos arquivos mortos, aqueles casos antigos que nunca tiveram uma solução.

Utilizando de uma nova tecnologia, ela volta a encontrar algumas testemunhas, e parentes das vítimas, tentando buscar novas provas para encontrar o (os) envolvido (os) nos crimes.

Para fazer esse trabalho, ela conta com o apoio de seu mentor, o tenente John Stillman (John Finn), e do detetive Will Jeffries (Thom Barry). Além disso, conta também com o divertido detetive Nick Vera (Jeremy Ratchford), e o arrogante Scott Valens (Danny Pino).

Os casos

Com coragem, Lilly não dispensava um grande desafio, a prova disso, é que os casos que ela resolveu aconteceram até nos anos 90, onde aconteceu que alguns dos envolvidos já tinham até morrido. Mas o ponto principal, era a solução, a explicação para a família, que há anos estavam já desacreditadas.

Trilha Sonora

Essa, é sem dúvida, um dos pontos mais marcantes da história. Em todo episódio, dependendo do ano em que se passa o crime, as músicas utilizadas são exatamente do período, o que gera uma certa comoção e uma verdadeira nostalgia, em alguns momentos. Confesso que algumas músicas, até hoje me veem a mente.

O final

Quem nunca chorou vendo um final de “Arquivo Morto”? Eu sim, e olhe que não sou muito de me emocionar assistindo. Só que um fato, que é um dos mais lembrados de quem acompanhou a história, é a parte do final, onde aparece o culpado sendo preso (quando ainda está vivo), e a pessoa que foi morta, aparece olhando para Lilly, com uma aparência que diz só com o olhar um “muito obrigado”.

Agora eu pergunto para vocês: Como uma série maravilhosa dessas não está presente na Netflix? Inclusive, abro o espaço dos comentários para os fãs (que são muitos), ou os curiosos após ler essa publicação, de fazerem o seu apelo. É uma obra, que apesar de ter sido encerrada em 2011, ainda permanece viva na mente de muitos, pela mensagem de esperança e pelo grande trabalho feito pela detetive, junto de toda a sua equipe.

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Leandro Mendonça

Sobre Leandro Mendonça

Administrador e fundador do site Minuto Livre. Atua em sites de entretenimento desde 2009, e contribui atualmente para o site NaTelinha.

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