Vendas de iPhone 11 gera bilhões em alguns meses


Foi divulgado pela Apple o desfecho do segundo trimestre do ano fiscal de 2020 nos Estados Unidos, logo em seguida do encerramento do índice Dow Jones-30 na Bolsa de Valores de Nova York e conclui-se que foi alcançado objetivos bem maiores do que os analistas esperavam. Como a receita líquida progrediu 9%, aproximadamente R$ 384,6 bilhões e o lucro líquido atingiu o auge de 8%, em torno de R$ 234,5 bilhões.



Pode-se afirmar com convicção, que a maior parte da receita e do lucro foi devido à estreia do iPhone 11 em 2019. Em 2018, os chineses haviam paralisado suas compras de produtos da Apple, porém o lançamento do iPhone 11, foi o estopim para que eles retornassem às compras e alavancassem o faturamento da Apple. Hoje em dia, soma-se 1,5 bilhão de pessoas utilizando esse aparelho.


O executivo-chefe da Apple, Tim Cook, conta: “Foi um arrasa-quarteirão em todos os lugares”.



Tim Cook pensa de modo otimista com relação ao trimestre posterior, porém não quis expor com exatidão um percentual devido ao coronavírus, visto que pode afetar a economia, afinal a presença de tal vírus na China é predominante.

O resultado mostra que cerca de US$ 10 bilhões se originaram de outros produtos, como AirPods (fone sem fio), Macbook (notebook) e Apple watch (relógio).

Comumente, esse tipo de venda não traz tantos benefícios quanto a venda dos iPhones, pois a procura é grande, porém a empresa não consegue fornecer o requerimento de todos os clientes.

Fonte: euqueroinvestir